O Mundial Sub-17 de 2025, disputado no Catar entre 3 e 27 de novembro, começou revelando uma safra promissora de talentos e colocando o Brasil novamente entre os favoritos ao título. Se você observa os jogos de ontem e busca entender as tendências que moldarão o futebol nos próximos anos, o torneio é mais do que uma competição de base, é um espelho do futuro do esporte mundial. Segundo informações publicadas pelo Lance! e pelo Globo Esporte, a ampliação do formato para 48 seleções trouxe não apenas mais diversidade, mas também maior visibilidade para jovens que podem em breve brilhar nos grandes clubes da Europa.
Entre os destaques da seleção brasileira está o atacante Dell, apelidado de “Haaland do Sertão” por sua força física e faro de gol. O apelido, que surgiu entre torcedores e analistas, ilustra a mistura de talento e carisma que vem marcando o desempenho do jovem nas primeiras partidas do torneio. Assim como ele, outros nomes da equipe comandada por Phelipe Leal vêm chamando atenção pelo estilo ofensivo e pela maturidade tática demonstrada em campo.
Uma nova vitrine para o futebol de base
O torneio no Catar representa um marco na política de desenvolvimento das categorias de base da FIFA. Com mais seleções e um calendário mais extenso, a entidade busca equilibrar o nível competitivo entre continentes e garantir maior visibilidade para atletas fora do eixo tradicional da Europa e da América do Sul. De acordo com o Lance!, essa ampliação também serve como um laboratório para avaliar a transição dos jovens talentos para o futebol profissional, algo que clubes como Palmeiras, São Paulo e Flamengo têm explorado com sucesso nos últimos anos.
O Brasil, pentacampeão mundial Sub-17, entra nesta edição com um elenco que mescla força individual e disciplina tática. A observação dos jogos mostra que os meninos brasileiros mantêm a tradição ofensiva, mas com uma leitura de jogo mais moderna, pressionando alto, trocando passes rápidos e explorando as transições com eficiência. O destaque da campanha até aqui reforça a imagem do país como celeiro de talentos e sugere uma geração pronta para herdar o protagonismo da atual seleção principal.
O reflexo do sucesso nas categorias de base
A boa performance do Brasil no Mundial Sub-17 não é um caso isolado. Ela reflete o investimento crescente dos clubes na estrutura de formação e no uso de tecnologia para análise de desempenho. Portais esportivos como o Globo Esporte apontam que as equipes têm adotado métodos semelhantes aos de grandes centros europeus, combinando acompanhamento físico e psicológico com programas de educação e gestão de carreira.
Mais do que revelar novos ídolos, o Mundial de 2025 mostra que o futebol brasileiro está se reinventando desde as bases. O sucesso dos garotos nas partidas mais recentes reacende a esperança de um futuro competitivo, e, para quem acompanha os jogos de ontem, fica a sensação de que o próximo craque da seleção já pode ter dado seus primeiros passos no Catar.
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