Com um time quase todo reformulado em relação ao que conquistou a Série B em 2016, o Atlético Goianiense não está tendo vida fácil no Campeonato Goiano. Pelo contrário. Está sofrendo bastante e neste domingo acabou derrotado pelo Goiás em clássico no Serra Dourada. Depois do 1 a 0, Marcelo Cabo admitiu que ainda busca a melhor formação e que as várias saídas prejudicam o início de ano. No entanto, evitou criticar atletas e disse que já esperava dificuldades.
– Eu já estava preparado para esse momento. Dos 10 jogadores de linha, só o (Júnior) Viçosa e o Jorginho estavam aqui no ano passado. Ainda perdemos o Luiz Fernando e o Ricardo Silva (lesionados). A equipe está se encorpando. Apesar das dificuldades, gostei muito do time taticamente e da nossa marcação. Tivemos boas tabelas e triangulações, mas não traduzimos em vitória. A palavra de ordem é “tranquilidade” – avaliou.
Na avaliação do comandante rubro-negro, o Goiás venceu sem merecer. Para Marcelo Cabo, o Atlético Goianiense criou mais oportunidades de gol, mas pagou um alto preço por ter vacilado no lance que originou o pênalti convertido pelo atacante Léo Gamalho.
– Clássico é feito no detalhe. Tiveram o pênalti e converteram. Só tiveram o gol e uma bola na trave. O Kléver não fez nenhuma defesa, só bateu tiro de meta. E nós tivemos umas quatro chances. Não sei se há justiça no futebol, mas tinha que ser no mínimo um empate. Não adianta reclamar, agora é buscar os seis pontos – concluiu o carioca de 50 anos.
O Atlético Goianiense volta a campo na quarta-feira para enfrentar o Crac, que ainda não venceu no Goianão e vem de três empates consecutivos. O jogo será no Olímpico, às 21h45.
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