Se os grandes favoritos para o título desta Série B no começo do ano era Vasco e Bahia, por ter os elencos mais recheados de jogadores conhecidos, o Atlético foi ao contrário. Buscando um elenco mais “humilde” em relação aos rival carioca e baiano, o clube goiano foi favorecido por não ter nenhum jogador “estrela” segundo o técnico Marcelo Cabo.
O grupo não tem uma grande estrela, não tem boleiro. O maior craque da equipe, sempre falei, foi o grupo. Foi o elenco. Tivemos uma passagem muito bonita em um treinamento pela manhã. Um jogador teve problemas particulares e se atrasou. Enquanto ele não chegou e estava com o telefone fora de área, eles pediram para não sair do vestiário até terem notícia do companheiro. Logo passaram cinco minutos, o jogador chegou e tranquilizou a todos. Naquele momento eu vi que era um grupo diferente. Um grupo que, dificilmente, vou encontrar outro igual na minha trajetória.
E o técnico pretende manter essa linha de pensamento para o próximo ano, já que o foco é manter a base para o Campeonato Brasileiro Série A.
Seria importante manter a base. Seria muito importante, pois partiríamos de uma base e traríamos alguns jogadores pontuais. Mas sei que não vai ser fácil pelo assédio que os jogadores vêm recebendo. A partir desta semana, vamos sentar para planejar 2017. Agora é muito trabalho para fazer a manutenção dos que já estão aqui e tentar, com nosso banco de dados, ver no mercado os jogadores que se enquadram no perfil do Atlético-GO. Isso é muito importante.
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