Em entrevista, Adson Batista nega comparações com dirigente antigo do rival do Altético-GO; entenda

Ontem o presidente do Atlético-GO Adson Batista completou 50 anos de vida. Ele está há 15 anos na diretoria rubro-negra. Desde a sua chegada, o clube saiu da cinzas e hoje está na primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Em entrevista a Rádio Sagres, o mandatário destacou a mudança dos conceitos do clube em 2006.

“Acho que o maior feito do Atlético foi ter mudado a sua filosofia a partir de 2006. O clube ocupou um espaço vago no futebol goiano e não estava ocupando o seu devido espaço. De lá para cá começou a pensar diferente, agir diferente e buscar investir na sua estrutura. Não tínhamos campo para treinar, isso é a pior coisa do mundo. Hoje o Atlético tem um centro de treinamento que é orgulho para nós todos. O Accioly foi outra grande conquista que nós pagamos tudo com recursos do clube e negociação de jogadores, principalmente. Eu sempre digo que o Atlético é um clube iluminado. Cuidamos do Atlético como cuidamos da nossa família e sempre procurando uma evolução.”
Ele é considerado por muitos um dos maiores dirigentes da história do futebol goiano. Adson evita comparações ao presidente do Conselho Deliberativo do Goiás Hailé Pinheiro, na qual é dirigente do rival há mais de 40 anos.

“Para mim é um orgulho muito grande ser comparado com o ‘Seu’ Hailé, mas eu não chego nem aos pés dele. Eu preciso construir uma história muito maior. De maneira humilde aqui, eu não posso ser comparado à ele. Para mim é o maior dirigente e fez do Goiás um dos grandes clubes do futebol brasileiro. Eu quero ter vida longa no Atlético e junto com quem faz o clube, trazer mais pessoas sérias e com o pensamento de fazer o Atlético maior a cada dia. ”