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Atlético-GO rasga sobre jogadores com críticas: “Sem personalidade”

Adson Batista cobra personalidade dos jogadores do Atlético-GO, chama atual geração de frágil e…

Por Ana Livia Dias · 3 min de leitura
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Atlético-GO
Foto: Raphael Teixeira
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Adson Batista fez uma análise sobre a personalidade dos jogadores e os fatores que podem afetar a confiança dos atletas. Durante participação no programa Na Marca do Pênalti, o dirigente do Atlético-GO afirmou que a atual geração é “frágil” e defendeu que jogadores precisam desenvolver personalidade para enfrentar críticas e momentos de pressão.

Atlético-GO
Foto: Raphael Teixeira

Na avaliação de Adson, o trabalho interno dos clubes envolve diferentes profissionais para ajudar na recuperação da confiança. Ele citou psicólogo e nutricionista como partes de uma estrutura na qual diferentes fatores podem contribuir para o desenvolvimento do atleta.

Adson Batista cobra personalidade dos jogadores do Atlético-GO

Adson destacou como a confiança pode interferir diretamente no comportamento de um jogador dentro de campo. Para o dirigente, um atleta pode passar rapidamente de um momento de segurança para outro de dificuldade.

“Cara, jogador, ao mesmo momento que ele está aqui, com a confiança de definir bem, de assumir uma responsabilidade, de jogar para frente, de definir jogos, ele perde a confiança, porque um torcedor xingou ele no alambrado, cara, isso não existe, o cara tem que ser grande, confiar nele, tem que ter personalidade.”

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Na sequência, Adson foi ainda mais direto ao avaliar o comportamento da nova geração no Atlético-GO

“Essa geração não tem personalidade, é uma geração frágil.”

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Segundo o dirigente do Atlético-GO, quem acompanha o cotidiano do futebol consegue perceber situações internas que nem sempre são conhecidas por quem analisa o desempenho apenas externamente.

Dirigente do Atlético-GO critica pais e empresários

Adson também levou a discussão para as categorias de base. Ele contou que havia conversado com a mãe de um atleta do sub-15 que vem sendo assediado e elogiou a preocupação dela com a necessidade de amadurecimento do jogador.

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Na avaliação do dirigente, o excesso de proteção pode prejudicar esse processo.

“Hoje, sabe o que mais atrapalha o futebol brasileiro? Pais e empresário. É os piores, porque eles ficam só adulando o jogador, só fica lá passando a mão, e não fala a verdade, para ajudar a gente a construir um grande atleta.”

Adson defendeu ainda que jovens criem vínculo com os clubes responsáveis por sua formação, em vez de realizarem mudanças frequentes. Segundo ele, já viu jogadores de destaque na base não conseguirem se desenvolver depois de sucessivas trocas conduzidas por empresários.

Para o dirigente, esse tipo de situação precisa ser combatido por quem trabalha no futebol.

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