Em entrevista à Sagres 730, o presidente do Atlético-GO, Adson Batista, explicou qual será o destino da premiação que o clube faturou com relação aos dois milhões de reais ao passar da terceira para a quarta fase da Copa do Brasil. Para o dirigente, o dinheiro já tem um futuro certo.
“É um dinheiro que já tem uma destinação, são dívidas que nós temos. Ele vem em boa hora pelos déficits enormes que adquirirmos nestes dois últimos meses”, explicou o dirigente atleticano.
Logo depois, Adson completou: “É um déficit dentro de uma realidade, até porque o Atlético-GO não dá ‘passo maior do que a perna’. Nós trabalhamos sempre para não endividar e criar instabilidade financeira no clube. Os investimentos no Accioly trouxeram muito desgaste, pagar atletas por quatro a cinco meses sem receitas também. São situações que não são simples e nem fáceis de administrar”, afirmou.
Para exemplificar sua resposta, Adson garantiu como tem equilibrado as finanças do clube durante sua gestão: “O Atlético-GO não trabalha com déficit. Eu tenho muita responsabilidade. Ás vezes o torcedor fica na rede social cobrando e exigindo, e eu sei que todo torcedor quer o melhor para o seu time e é compreensível, mas em momento nenhum eu trabalho fora do orçamento. Nós trabalhamos dentro de uma realidade. Essa pandemia trouxe muitas dificuldades, a gente tendo que reformar o estádio, não é fácil viabilizar financeiramente. Temos um planejamento bem enxuto e tenho certeza que vamos segui-lo à risca”, ponderou Adson Batista.
Questionado se vai ser utilizado por contratações, Adson concluiu: “Seria um sonho (usar o dinheiro para contratar), mas é impossível. O Atlético não tem reservas e a gente vem de um momento de muita dificuldade, então é impossível. Eu nunca tive dinheiro para investir em futebol, foi sempre quitando dívidas, e não será diferente”, disse o presidente.
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