Em entrevista para a Rádio Sagres 730, o técnico interino do Atlético-GO, Eduardo Souza falou sobre a sua segunda passagem pelo Atlético-GO onde trabalhou no clube em 2017 juntamente com o técnico Doriva. Agora o treinador assume um papel que ainda mais está responsável pelo comando na comissão técnica do clube e supera saudade de sua família para se firmar no Dragão.
“Nesse caminho nosso no futebol a distância é muito grande, pena que ela não estará comigo. Já fazem quase dois meses que a gente não se vê, ela viria para o carnaval mas minha filha acabou pegando dengue e não conseguiu vir (…) hoje a gente tem facetime, tem celular, mas nós já estamos acostumados, minhas filhas infelizmente já sabem que é a profissão, estão acostumadas, mas daqui a pouco vem me visitar. A gente tenta matar a saudade, mas também sabe que essa distância é para o futuro delas que a gente pensa bastante. Então você tem os prós e os contras dessa distância”, explicou Eduardo que tem Caciane, sua esposa, Júlia e Maria Eduarda, suas filhas de 20 e oito anos, respectivamente.
Para Eduardo Souza, o papel do presidente Adson Batista é fundamental para que tenha confiança e desenvoltura para realizar suas funções na comissão técnica, mesmo que de forma interina no Atlético-GO.
“Mas ele jogou profissionalmente mais tempo (risos). O Adson é um cara que me ajudou bastante nessa fase, me deu a oportunidade de vir para o Atlético trabalhar na comissão. Eu trabalhei com três treinadores durantes 15 anos e eu tinha isso de vir para um clube, ajudar no dia a dia, no desenvolvimento e poder contribuir. Quando você trabalha muito o treinador e seu auxiliar é muito rápido, você vive muito o resultado, não deixando um legado. Então eu queria ir para um clube e ficar um tempo maior, não só na parte que eu gosto de ver jogos, conhecer jogadores, ver adversários e o Adson me deu essa oportunidade e eu sou muito grato”, destacou.
Eduardo Souza explicou que sempre se deu bem com exigência e falou sobre o seu ponto de vista e como colocou essa situação no seu coditiano. “Eu sempre me dei bem com a exigência. Passei aqui no clube em 2017 e me identifiquei bastante, uma pessoa como ele que fala a verdade, fala na frente, não fala pelas costas. Eu me identifiquei bastante não só com o Adson, mas com o Atlético apesar do pouco tempo. Tanto que quando voltei e encontrei as pessoas aqui, parecia que eu tinha trabalhado muito tempo”, diz.
Por fim, se diz muito grato com o clube e o presidente: “Eu fico muito grato e é fácil conviver com essas pessoas. Se você for sincero e bom profissional, as pessoas exigentes te dão valor. Mas eu também não me empolgo com isso, sei que a todo dia nós vamos ser cobrados e o Adson deixa bem claro isso que nós somos profissionais, amigos para fora do clube, independente se hoje estamos bem e amanhã cometermos algum deslize nós seremos cobrados e entendemos muito essa situação”, concluiu.
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