Em entrevista para a Rádio Sagres 730, o vice-presidente do Atlético-GO, Sebastião Santana explicou o que foi feito um acordo com o Governo do Estado para ter o cortador de grama nas dependências do clube no CT Urias Magalhães.
“Quando terminamos as reforma do campos do CCT e fomos assumir o Olímpico para jogos da série B nós tínhamos encomendado a compra um carro para corte de grama para Centro de Treinamento, da empresa John Deen no valor de R$ 230 mil. No entanto, com a vistoria da CBF, do Corpo de Bombeiros e também da Prefeitura de Goiânia apareceram várias intervenções a fazer para liberar o Olímpico para os jogos. Nisto, foi feita uma reunião com a Agetop e a mesma disse que não tinha verba para estas intervenções e propôs uma solução que era um comodato do cortador de grama deles que não estava sendo usado naquele momento. Assim, nós faríamos as obras e eles fariam um contrato de comodato com o Atlético, com o dinheiro da compra sendo usado para pagamento das obras e o clube ficando com o cortador de grama para ser usado no CT”, explicou Sebastião Santana.
De acordo com o dirigente rubro-negro, a compra do carrinho foi cancelada e o dinheiro usado para fazer os reparos do estádio Olímpico. No primeiro momento, o clube chegou a gastar R$ 126 mil e logo depois mais R$ 141 mil para as adequações e as principais exigências que a CBF solicita.
“Este contrato que fizeram venceu no final deste ano (2018) e tínhamos a palavra deles de que teria a renovação. Estamos buscando o cumprimento do acordo e este processo está em andamento junto à Agetop. Resumindo, nós gastamos o nosso dinheiro e agora está tendo toda esta repercussão. Isto foi um processo legal e foi uma solução encontrada para o momento”.
Veja mais notícias do Atlético-GO, acompanhe os jogos, resultados e classificação além da história e títulos do Atlético Clube Goianiense.

